ESTA É A PÁGINA DOSSIÊ EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
Dossiê
A aluna que descreverei estuda na escola há cinco anos. Nunca foi minha aluna, porém tenho acompanhado sua trajetória com bastante atenção. A menina é cadeirante, devido a paralisia cerebral e encurtamento dos tendões das pernas. Também tem bastante dificuldade para se expressar, fala baixinho, é tímida e tem bastante dificuldade para manipular objetos com as mãos. Ela recebia atendimento de uma fisioterapeuta e uma psicopedagoga na APAE. Atualmente somente da fisioterapeuta.
No inicio do ano passado a menina passou por uma cirurgia para corrigir o encurtamento dos tendões das pernas e depois ela precisaria continuar com a fisioterapia. A professora procurou a fisioterapeuta para saber como incentivar a menina a se movimentar, mas até o momento não houve nenhuma melhora em seus movimentos. Ela não se ajuda, nem mesmo para empurrar a cadeira de rodas, espera pelos colegas que estão sempre atentos a lhe ajudar. Em dia de eventos aberto a comunidade a professora procura incluí-la nas apresentações, mas ela sempre falta no dia da apresentação.
O histórico escolar dela é o que segue: Iniciou na pré- escola e no final do ano, as pessoas responsáveis por sua avaliação decidiram que ela deveria repetir a pré- escola. Na época ela sofreu muito, não queria mais vir para escola. Também foi bastante
questionada pela equipe da APAE. Na primeira série uma estagiária auxiliava a professora. Foi possível dedicar bastante atenção a ela porém, no final do ano ela ainda não conseguia fechar um circulo, nem segurar o lápis com firmeza. Houve interação com os colegas e a menina se esforçava para vencer sua limitação. Diante dos vários pontos positivos apresentados no decorrer do ano, ela foi promovida para a segunda série. Na segunda série não ocorreu desenvolvimento cognitivo significativo, mas foi promovida para a terceira série. A professora da terceira série, foi uma questionadora e preocupou-se em incluí-la de verdade. Houve um grande desenvolvimento cognitivo. No final do ano a menina já estava silábica. Diante do progresso da aluna, questionamos as possibilidades de ser alfabetizada em uma turma de quarta série e como a professora da terceira série seria a mesma ficou decidido que ela repetiria a série para continuar o trabalho do ano anterior. Foi uma decisão bastante difícil.
Ela iniciou o ano motivada, a reprovação parece que foi bem aceita, realiza as atividades com interesse, tem iniciativa, cobra atenção da professora, interage com colegas e professores e está vencendo as dificuldades de aprendizagem. Esperamos alfabetizá-la até o final do ano.
É um exemplo que compartilhamos com muita alegria.
Ivone Luz
RESULTADO DE PESQUISA NA REDE ESTADUAL
Atendendo a proposta de atividade desta unidade, busquei junto a rede estadual de ensino, a qual trabalho, informações sobre a presença de alunos com necessidades educativas especiais nestas instituições.
A rede estadual de ensino, no município de Estância Velha é formada por cinco escolas, sendo três de Ensino Fundamental e duas de Ensino Fundamental e médio. De todas as escolas pesquisadas, somente uma informou não possuir alunos com necessidades educacionais especiais. As demais indicaram a presença desses alunos, somando um total de doze alunos. Os alunos informados estudam na sétima série, possui diagnóstico de síndrome de Zamderleikanatt, fornecido pelo hospital de clinicas onde recebe atendimento, na quinta série, apresenta dificuldade de aprendizagem, não possui diagnóstico, recebe atendimento psicológico na APAE, na terceira série, dois alunos sendo que um apresenta desenvolvimento cognitivo e sérios problemas psicológicos, é estremamente agressivo, outra apresenta encurtamento dos músculos das pernas, é cadeirante e apresenta dificuldade para se movimentar e falar. Recebe atendimento de uma fisioterapeuta, não possui diagnóstico, no segundo ano uma aluna que nasceu com bifurcação na coluna que compromete os movimentos, memória, coordenação e dicção. Os membros inferiores não estão se desenvolvendo, não tem controle fisiológico. A família é bastante comprometida com o bem estar da menina que recebe atendimento na AACD, durante uma tarde por semana. Os demais são alunos do ensino médio que não possuem diagnóstico, um é cadeirante, outro tem hidrocefalia e os demais dificuldade de aprendizagem. As escolas que atendem os alunos de ensino médio informaram que os alunos não buscaram diagnóstico, o que impede que sejam amparados pelo parecer 5606/2006 pelo menos no que se refere a avaliação.
As escolas informaram também que, a maioria dos alunos não possuem diagnóstico devido a falta de profissionais especializados e o descaso e carência financeira das famílias. Os alunos que possuem diagnóstico ou estão em fase de testagem foram atendidos no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. As escolas informaram que todos os alunos citados recebem atendimento na APAE, psicóloga, psicopedagoga, fonoaudióloga e fisioterapeuta, dependendo do caso. Devido ao grande demanda, a APAE tem pouco ou quase nenhum contato com a escola. Cada instituição realiza seu trabalho de forma isolado.
As instituições informaram que as escolas contemplaram em seu PPP e regimento um currículo adaptado para os alunos com necessidades especiais de educação, porém a falta de laudo impede que se façam cumprir seus direitos garantidos em lei.
A coordenadora da segunda CRE transfere a responsabilidade de buscar laudos para as escolas orientando as diretoras a solicitar os serviços dos profissionais do município porém alguns municípios não possuem profissionais nem mesmo para atender alunos da rede municipal.
Trabalho em uma escola que possui 328 alunos, sendo três destes alunos de inclusão. Há três anos uma mãe aguarda na fila para fazer um exame mais detalhado em seu filho para lhes fornecer um laudo. O menino não fala, não se comunica, não aceita ser tocado. Não sabemos como incluir esse aluno. Já procuramos orientação junto a psicólogas e psicopedagoga da APAE e nos orientaram que o que podemos fazer é trabalhar a socialização.
A realidade das escolas da rede estadual é muito difícil, por várias vezes a SEC, solicita informação quanto ao número de alunos de inclusão, mas até o momento não recebemos nenhuma verba para melhorar o acesso e qualificar o atendimento de nossos alunos. As pessoas responsáveis pela distribuição das verbas tratam essa questão com muito descaso. Durante a pesquisa que realizei junto a rede estadual, fui informada que a escola que não possui alunos de inclusão e que possui um número inferior as demais de alunos, recebeu verba para produzir acessibilidade desses alunos e também capacitação dos professores. O critério usado foi o baixo rendimento apresentado na avaliação externa do governo Federal, ou seja, as escolas que apresentaram um melhor rendimento foram penalizadas.
Diante de tanto descaso somente as crianças nos motivam a continuar nessa caminhada tão árdua.
` Unidade 3 - Serviços de Atendimento Educacional Especializado
PARTE A- PESQUISA NO MUNICÍPIO
Na unidade 2 realizei pesquisa referente ao número de alunos com necessidades especiais da rede estadual de ensino e o atendimento especializado nas escolas.
Nesta unidade o foco de pesquisa é o atendimento especializado no âmbito municipal.
Para realizar está pesquisa busquei informação junto à secretária de educação e APAE. A secretaria de educação informou que o município não oferece nenhum atendimento especializado, o que existe é uma parceria entre o município e APAE para fazer atendimento clinico aos alunos do município.
A APAE informou que oferece atendimento clinico com duração de trinta minutos, uma vez por semana com duração de seis meses, se não melhorou vai para o último lugar na fila e aguarda ser chamado novamente. Exceto os casos mais graves. Atualmente atende 300 alunos mês.
A APAE oferece atendimento com psicólogas, fonoaudióloga, fisioterapeuta, psicopedagoga e ecoterapia. Oferece educação especial para 43 alunos onde a maioria dos professores possuem capacitação para realizar esse atendimento. Esses alunos recebem atendimento clinico com os profissionais que compõe o quadro de funcionários, já o atendimento com neurologista ou psiquiatra é oferecido pelos postos do município que priorizam os alunos com necessidades especiais da APAE.
PARTE B- Para realizar o estudo de caso escolhi uma menina com sete anos de idade, estuda no segundo ano e apresenta uma série de dificuldades. Escolhi esta aluna porque os questionamentos e comentários da professora com relação a sua aprendizagem, sua relação com colegas e familiares aguçaram minha curiosidade.
Unidade 4 - Deficiência Física
1) Dados de identificação do sujeito
A aluna chama-se Rosi, tem 7 anos de idade, estuda no segundo ano. A familia é formada por 4 pessoas, sendo uma irmã bem mais velha, que até o final do ano passado acompanhava a menina na escola, atendimento especialiado e médico. Os pais são comerciantes com uma boa situação financeira.Os pais são pessoas com aproximadamente 50 anos de idade. São dedicados e procuram satisfazer a vontade da filha. Acompanham a menina no inicio e final das aulas, uma vez por semana à ACD, onde a menina recebe atendimento especializado.A menina possui muitos amigos, é autoritária, alegre e muito vaidosa e gosta de passear. Os pais a levam para dançar ( na cadeira de rodas) nos bailes no interior e nas festas da região.
A aluna Rosi é cadeirante, fala com dificuldade, usa fraldas, porém é uma menina alegre, vaidosa, interage com os colegas e em alguns momentos é autoritária, escolhendo o que e com quem brincar. Apesar das limitações é bastante independente para se lomover ou brincar, para realizar as atividades apresenta dificuldade e espera a ajuda da professora ou de um colega. É uma criança com a saúde bastante frágil. Recebe atendimento semanal na AACD com fonoaudióloga e fisioterapeuta. Através da AACD possui um acompanhamento de médicos especialistas. A mãe informou que ela apresenta infecção urinária constante e que precisa fazer uma cirurgia nas pernas e que para isso precisa monitorar essa infecção. Agendei uma reunião com a mãe para buscar mais informações sobre a saúde da menina.
Unidade 5 - Autismo
História de vida do aluno
Fazer uma avaliação inicial, diagnósticos (médicos, outros), encaminhamentos atendimentos complementares especializados, processos investigativos.
Conversei com a mãe da Rosi a fim de buscar informações sobre sua história de vida.
A mãe da menina, na época com 45 anos teve uma gravidez de alto risco,devido a hipertensão problemas com o feto. A menina nasceu aos oito meses de gestão com 1480 com uma bola nas costas, doença de nome Mielomilingocele, espinha bífida que foi corrigida com 3 dias de vida. Depois de um mês no hospital a menina foi para casa, mas sempre com acompanhamento médico. A menina tem Hidrocefalia e precisou fazer uma cirurgia para colocar uma valvula para evitar acúmulo de liquido no cérebro. Devido ao problema apresentado a menina apresenta infecção urinária frequente, mas necessidade de internação. os médicos estão avaliando as condições de saúde da Rosi para fazer uma cirurgia nas pernas e pés para soltar os tendões.
Para entender melhor problema desta menina fiz uma pesquisa e compartilho com quem visitar para página para entendam melhor o caso.
Mielomengocele ou Espinha bífida
Uma das lesões congênitas mais comuns da medula espinhal é causada pelo fechamento incompleto do canal vertebral (coluna vertebral). Quando isso acontece, o tecido nervoso sai através desse orifício, formando uma protuberância mole, na qual a medula espinhal fica sem proteção. Isto é denominado espinha bífida posterior e, embora possa ocorrer em qualquer nível da coluna vertebral, é mais comum na região lombossacra.
A denominação Mielomeningocele significa a protusão da bolsa subcutânea contendo tecido nervoso central, ou seja, a medula espinhal lesada com raízes nervosas.
A falta de proteção da medula espinhal causada pela espinha bífida resulta em deficiências neurológicas, com distúrbios sensitivos (falta de sensibilidade e de movimentos) e ortopédicos (malformações ósseas), geralmente nos membros inferiores. A falta de controle das funções intestinal e urinária e a hidrocefalia estão presentes em 80 por cento dos casos de mielomeningocele
Uma das condutas iniciais para um recém nascido com mielomeningocele é o fechamento cirúrgico da lesão com pele. A avaliação da hidrocefalia é uma emergência na assistência ao bebê.
Hidrocefalia
Swinyard (trad. Petrillo, 1978), em publicação destinada para familiares de crianças com espinha bífida, descreveu, de modo simplificado, a definição e tratamento da hidrocefalia.
Segundo o autor, o líquido cefalorraquidiano (LCR) origina-se no cérebro, circula através das cavidades cerebrais e por vias circulatórias deixa o cérebro e a medula espinhal, sendo absorvido pela circulação sanguínea.
Quando a espinha bífida causa um bloqueio parcial ou total do fluxo liquórico, se houver aumento de produção, pode haver acréscimo de volume do LCR ou dificuldade na sua reabsorção. Nestes casos há elevação da pressão do líquor no cérebro, com aumento do perímetro cefálico (cabeça), denominado de Hidrocefalia.
O tratamento da hidrocefalia é uma emergência neurocirúrgica e inclui a monitorização das cavidades cerebrais (ventrículos) através de ultra-som, tomografia ou ressonância magnética e a derivação ventricular. Esta consiste na instalação de um tubo fino na cavidade cerebral que redireciona o líquor ao coração ou à cavidade abdominal. Após a introdução desta derivação, torna-se necessária a monitorização temporária das estruturas.
Cuidados com a bexiga e o intestinos
A maior parte das crianças com mielomeningocele não possui controle esfincteriano (controle urinário e intestinal). Estas, com orientação adequada, podem beneficiar-se de um programa de cateterização (introdução de um cateter para esvaziamento da bexiga) não contínua, sob supervisão médica para prevenir complicações urológicas. As crianças com cerca de 5 anos podem ser ensinadas sobre a autocateterização caso a percepção motora esteja razoavelmente preservada (Delisa, 1992).
Quanto ao funcionamento intestinal, este pode ser cuidado com os métodos de programas intestinais tradicionais: adequação da dieta, utilização de medicamentos e planejamento de um horário regular de evacuação.
Aspectos motores e distúrbios da sensibilidade
A criança com mielomeningocele pode apresentar graus variáveis de paralisia e ausência de sensibilidade abaixo do nível da lesão medular, com preservação da parte superior do abdome, tronco e braços.
Torna-se importante a assistência precoce em reabilitação para prevenção das deformidades ortopédicas: pé torto, deslocamento do quadril, diminuição das amplitudes articulares, deformidades no tronco (cifoscoliose), entre outras.
A sensibilidade também pode ficar prejudicada (sensação de pressão, fricção, dor, calor, frio), por isso é importante ter cuidado com a temperatura da água durante o banho, não utilizar calçados apertados e examinar sempre os membros inferiores, especialmente os pés, em busca de possíveis ferimentos.
A ausência de sensibilidade pode ocasionar lesões na pele, denominadas úlceras de pressão (escaras) que podem ser prevenidas com constantes mudanças de posição corporal e manutenção da higiene da pele.
Considerando que podem haver diferentes graus de comprometimento do sistema motor, sensitivo, renal e da hidrocefalia, o prognóstico de reabilitação é particular para cada criança. A atenção precoce (tratamentos clínicos e de reabilitação, atenção aos familiares) determinam um maior grau de autonomia e independência da criança e sua inclusão social.
AVALIAÇÃO
Recursos especiais oferecidos pela escola: rampa para acesso a escola, atendimento em sala de aula de fácil acesso, próxima ao banheiro e classe adaptada. Algumas atividades diferenciadas preparadas pela professora.
Aprendizagem: A aluna evoluiu muito desde que iniciou na escola no ano passado. Tinha muita dificuldade para falar, hoje já se entende muito do que fala. Reconhece cores, pinta com prazer, reproduz letras e números, porém não os conhece. Relaciona-se bem com os colegas.
A família partipa efetivamente no processo de inclusão escolar de sua filha. A aluna participa das apresentações da turma em eventos promovidos pela escola, de passeios, em fim sua limitação não impede sua participação nas atividades promovidas pela escola.
Posição do professor: é difícil o trabalho em sala de aula, já que tem pouca experiência, não tem um auxílio especializado. A turma é grande e a aluna é bastante dependente. A ajuda de uma auxiliar, uma estagiária,como auxiliar em sala, que já ocorreu em ano anterior, ajudaria bastante.
A aluna, dependendo do conteúdo e da atividade aplicada a turma, realiza a mesma, e quando necessário para uma melhor compreensão, é aplicada uma atividade diferenciada. Na aulas de Educação Física, nem sempre a aluna participa das atividades, porém em eventos aberto a comunidade a professora organiza atividades em que a aluna possa participar. Para reforçar as defasagens de aprendizagens é oferecido atividades com jogos, como bingo, quebra-cabeça, cartelas com palavras, gravuras, números. Às vezes a professora organiza atividades para a aluna realizar em casa com a ajuda da família.
AVALIAÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM EDUCAÇÃO INCLUSIVA
a) Que aproximações existem entre as idéias trazidas nos textos sobre avaliação e seu estudo de caso?
b) Quais as contradições em relação ao que foi observado?
c) Como é feita a avaliação do sujeito da pesquisa durante o ano letivo (parecer descritivo, por exemplo)?
d) Essa avaliação dá conta das possibilidades e competências do sujeito observado?
Conclusões: faça um fechamento do estudo de caso, com uma reflexão sua sobre o mesmo.
Avaliação
Refletindo sobre as leituras e discussões realizadas durante o semestre percebi que existem muitos recursos e possibilidades para promover o desenvolvimento de crianças de inclusão e que devido aos limites das escolas não é oferecido a esses alunos o direito de desenvolver todas as suas pontencialidades. A soma dessas dificuldades diagnosticadas me levaram a constatar a necessidade de usarmos dispositivos diferenciados para avaliarmos os nossos alunos de inclusão a fim de evitar injustiças e mais prejuisos a alunos com NEES.
Em nossa escola houve um avanço significativo nos últimos quatro anos no sentido de qualificar o ensino para alunos de inclusão, os alunos de inclusão tem garantido no regimento a avaliação por parecer sendo respeitado o seu ritmo de aprendizagem, A luta por melhoria é uma busca solitária dos professores, uma vez que a única instituição que nos apóia é a APAE e não tem condiçoes de prestar um bom atendimento a grande demanda do município.
Percebo que existe uma grande contradição pois segundo os textos, deveríamos avaliar os alunos levando em conta as suas reais possibilidades mas como avaliar as possibilidades se na maioria das vezes não oferecemos os recursos necessários para desenvlover suas potencialidades. Relacionando as leituras a prática desenvolvida na escola onde trabalho, percebo que estamos carentes de recursos e conhecimento para atender alunos de inclusão, mas estou certa da importância para as crianças com necessidades e as ditas "normais "conviverem juntas, interagindo e desenvolvendo suas habilidades e superando dificuldades. É gratificante observar os cuidados e atenção que os colegas dedicam a alunos de inclusão e essa relação permite formar pessoas mais sensíveis.
Comments (4)
liliana said
at 9:03 pm on Apr 22, 2009
Ivone
o relato que nos traz tem uma riqueza muito grande e mostra as acoes e decisões necessárias quando temos que pensar a inclusão, não somente para um aluno mas para toda a escola. E atualmente, como está indo? essa professora está com apóio de uma estagiária...de repente agora seria o momento de aproveitar o desenvolvimento cognitivo e "puxar" mais esta aluna...para que possa se alfabetizar. Agora o outro lado da moeda é ver todo esse trabalho não sendo valorizado pelo estado que deveria ter uma política mais clara nessa área. O que parece para quem olha de fora que o estado do RS anda "arrastado" e em alguns casos na contramão do resto, ne?
parabens continue assim
lili
Maria del Carmen Cabrera Martins said
at 9:00 pm on May 25, 2009
oi
Maria del Carmen Cabrera Martins said
at 10:07 pm on May 30, 2009
Ivone, poderias no relatar quais as dificuldades que a menina apresenta?, interage com a turma?, realiza as atividades prospostas?, ela é caiderante?,possui algum outro problema fisico?
Abraços
Maria del Carmen
liliana said
at 10:19 pm on Jun 24, 2009
Oi Ivone
podes relatar que tipo de atividades sao propostas? e apresentar um exemplo de trabalho? aguardamos
lili
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